22 janeiro 2014
18 janeiro 2014
Se não podes ir ao Prado vais ao MNAA
E foi o que fiz!
Em boa companhia, fui hoje ver a exposição “Rubens, Brueghel e Lorrain, A
Paisagem Nórdica no Museu do Prado”. Gostámos, embora nos soubesse a pouco.
Quando chegámos ao fim, voltámos atrás para rever os preferidos. Os meus foram
estes, incluídos nos núcleos “A vida no Campo” e “Paisagem de gelo e neve”
Jan Brueghel o Velho,
A vida campestre,
1620, 1622
Cenário bucólico, dividido entre o trabalho e o lazer. Apetece entrar no quadro e ir espreitar cada canto.
Jan Brueghel o Velho,
A boda campestre,
1621, 1623
Os detalhes muito presentes. Deliciosa a forma como os populares param de fazer as suas tarefas para apreciarem o cortejo que passa. Quase que se ouve a música e as vivas aos noivos.
Jan Brueghel o Velho
e Joost de Momper O mercado e lavadouro na Flandres, 1621
Uma pequena maravilha este mercado e lavadouro. Pintado a 4 mãos e com duas cenas distintas, a conjugação é perfeita. O raio de sol a incidir sobre a roupa estendida, realçando a alvura da mesma, traz uma luz especial à pintura.
Joost Cornelisz.
Droochsloot, Paisagem de Inverno com
patinadores, 1629
Aqui encantou-me todo o movimento que se sente da direita para a esquerda na forma ascendente. Há duas quedas no gelo, que parecem ter acabado de acontecer, há a velocidade e a beleza dos trenós, há umas meias até ao joelho com umas ligas ornamentadas, nas pernas dos elegantes senhores ali em primeiro plano e ... há tanto mais.
17 janeiro 2014
Os fenómenos imprevistos da natureza
Hoje em Oeiras, pertinho de casa, foto de Paulo Reis, AQUI
Os deuses (leia-se o homem) devem mesmo estar loucos, mas
ninguém liga nenhuma. Oh minha querida bolinha redonda (leia-se planeta Terra)
ainda vamos chorar muito por ti …
Hoje, toneladas de granizo pelo caminho. A ver-se assim até parece neve, mas não, só quilos e quilos de pedras ...
Hoje, toneladas de granizo pelo caminho. A ver-se assim até parece neve, mas não, só quilos e quilos de pedras ...
14 janeiro 2014
O menino da sua mãe e o pai do seu menino!
Fotos daqui
Mais do que o melhor jogador do mundo, ontem o Cristiano foi
o menino da sua mãe e o pai do seu menino. Vi afecto e orgulho para com os
seus. A bola de ouro foi especial, porque a sua família estava ali e ele pode
partilhar as suas emoções com eles. O resto fica para a história ….
Parabéns Cristiano!
10 janeiro 2014
Felicidade/Happiness/Bonheur/Felicità /Felicidad/Glük/ευτυχία/幸福/onnellisuus …
Os girassóis de Van Gogh dar-me-ão
sempre uma sensação de felicidade
… seja em que língua for é feita de pequenas
coisas minha gente, a felicidade é feita de pequenas coisas!!! O abraço de
alguém que amamos, o aroma de torradas e café, um raio de sol a furar as nuvens
numa manhã de inverno, uma música que nos toca, um sorriso de gratidão, a sensação de um trabalho bem feito, o elogio
no momento certo, uma pintura que nos atrai, um bolo que nos sai bem, uma boa
notícia que recebemos, um livro que nos agarra, uma fatia de pão quente com
manteiga, um passeio à beira mar, uma caminhada na mata, um encontro de amigos,
a gargalhada de uma criança, o sol que nos aquece a pele … e podia continuar e
certamente encheria páginas e páginas de outras coisas que nos fazem felizes.
Ninguém é feliz a tempo inteiro, mas podemos ser felizes em muitos momentos.
Todos sabemos isso (não descobri a pólvora, nem sou mais iluminada do que os
outros), mas esquecemo-nos tantas vezes... e há gente que raramente sorri e que
anda sempre de cara amarrada, para quem a palavra optimismo não consta do dicionário. E também sei que há
vidas muito difíceis (é que sei mesmo, sinto-o todos os dias na pele!), mas mesmo assim … enfim … isto hoje
foi só um desvario em jeito de desabafo …
09 janeiro 2014
Simone B.
"On ne naît pas femme: on le devient."
--Le Deuxième Sexe (1949)
O Google lembra e bem: aniversariava hoje!
O Matotti, o eléctrico, a partilha ...
Lorenzo Mattotti - Couvertures pour "Le Monde" de poche
Descobri
há dois dias o Lorenzo Mattotti (obrigado à SS neste blog). Mas desde logo gostei do
traço fino e preciso, das cores quentes e definidas, da sensação de movimento. Esta
pintura que faz parte da colecção de capas do “Le Monde” de bolso, podia ser a
cidade de Lisboa (não faço mesmo a menor ideia se é só a imaginação do autor ou
se é referencial). Nas minhas deambulações citadinas, quantas vezes me deparei
com este cenário, sobretudo ali para os lados da Sé. O eléctrico que faz a curva
apertada, a rua estreita que sobe, o turista que confere o guia, o céu azul, a
luz da cidade. Cenas adoráveis que apetece imortalizar. Terá sido assim?
08 janeiro 2014
Em curso
E se de repente alguém de
que não faz a menor ideia quem seja, lhe escrevesse uma carta que abria desta
forma “A ti que nunca me conheceste …”
A partir daí e em pouco mais
de 50 páginas, temos uma pequena jóia literária, que desbrava o drama dos sentimentos
levados ao extremo, as suas fragilidades, incoerências e contradições, mas
também as suas sensibilidades.
“Carta de uma Desconhecida”
de Stefan Zweig.
07 janeiro 2014
Robbie Williams - Singing in the Rain
E agora numa versão mais actual com o Mr. Entertainment, que não está nada mal não senhor. Perspectiva-se uma ida ao RIR em Maio ...
"Singing in the Rain",1952 Gene Kelly
E é o que está a dar! Quando chove e não dá para fazer mais nada é mesmo o que me apetece fazer: calçar umas galochas e bailar à chuva ...
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