


Por ordem:
Hieronymus Bosch - Navio dos Loucos
René Magritte - Le Blanc-Seing
Nadir Afonso - Sereias
René Magritte - Le Blanc-Seing
Nadir Afonso - Sereias
Ainda a propósito do post de ontem, apeteceu-me divagar um pouco sobre a arte surrealista (neste caso pintura) de que tanto gosto. Quando me deparo com uma pintura surrealista, mergulho de imediato num exploratório jogo de emoções. Tento agarrar a imaginação do autor e perceber que histórias estariam por trás da sua criação. Percebo facilmente porque nem tudo o que parece é e como a sensibilidade nos pode transportar para mundos genialmente fantasiosos e atraentes. O encantamento do surrealismo prende-me pela sua liberdade e sobretudo pela sua irreverência. Quase tudo é permitido e quase tudo é perdoado…
Tenham bom fim-de-semana!
5 comentários:
Hip! Hip! Hurra!!!
Bom Fim-de-Semana!!!
:)
E quando eu não entendo a tal da arte, eu mando um "tudo é perdoado". Não a mim, obviamente. Perdão ao artista.
hohohohoho!!!
;)
São viagens ininterruptas que fazemos...
a primeira vez que fui a Madrid e que vi o Jardim do Éden de Bosch fiquei quase uma hora frente ao triptico, completamente EMBASBACADA, primeiro nao tinha consciencia que fosse daquele tamanho imaginava-o maior... e depois só pensava meu deus tantas telas dentro de uma só tantas possiveis "estórias" tantas divagações... delicioso!
Deliro com Magritte
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