24 fevereiro 2011
18 fevereiro 2011
17 fevereiro 2011
Eu e a minha cabecinha…(ou um post fútil para variar)
Ilustração by Lilian Kavaliéris Galvão
Foi ali aquele do meio. Uma ida ao cabeleireiro deixa-me sempre na mó de cima. Hoje estou nos píncaros!
13 fevereiro 2011
3 semanas, 3 filmes, 3 palavras
Ontem - Brilhante, divertido e sublime
No Domingo passado - Denso, perturbador e intenso
Há 2 semanas atrás - Despretensioso, agradável e simpático
E depois há actores fabulosos como o Colin Firth, o Geoffrey Rush e a Natalie Portman!
No Domingo passado - Denso, perturbador e intenso
Há 2 semanas atrás - Despretensioso, agradável e simpático
E depois há actores fabulosos como o Colin Firth, o Geoffrey Rush e a Natalie Portman!
10 fevereiro 2011
Momentos únicos
(Encontrei a foto na net e não sei a quem pertence, ilustra um pôr-do-sol com um efeito semelhante ao que vi de manhã)
Já o disse por aqui antes. Tenho o privilégio de morar numa casa que tem metade das janelas viradas a nascente e a outra metade a poente. É o último andar e tenho uma bela paisagem pela frente, de um lado vejo o Tejo a entrar no Oceano, a costa até ao cabo Espichel, a ponte, o Cristo – Rei… do outro toda a Serra de Sintra. Assisto a belos nascer e pôr-do-sol e de vez em quando a alguns fenómenos sublimes, provocados pelos jogos de contra luz entre o sol, o nevoeiro, a lua e as nuvens. Hoje foi o caso. Uma mistura de nevoeiro e algumas nuvens mais densas, tentavam impedir que o sol acabado de nascer iluminasse o céu. Mas hoje o astro estava em dia sim e numa luta cerrada, abriu um buraco aqui, outro buraco ali e uma linha curva mais abaixo. E de repente foi como se alguém tivesse pintado um sorriso gigante no céu. Um enorme smiley sorria para mim. Fiquei tão maravilhada que não consegui sair da janela, nem para ir buscar a máquina fotográfica. E lá se foi a oportunidade de ganhar algum concurso fotográfico. O fenómeno não durou mais do que 5 minutos, logo a seguir o sol venceu e inundou-me de luz. E o meu dia teve um início perfeito …
04 fevereiro 2011
O romance está no ar!
Uma Câmara apaixonada, a de Vila Verde.
A minha amiga M. que adora enviar-me encomendas pelo correio (e eu adoro recebê-las!), enviou-me ontem uma que, entre outros mimos, incluía o folheto “Fevereiro Mês do Romance em Vila Verde” . Achei a ideia muito engraçada. Em tempos em que só se fala de crise e seus afins, falar de romance e contentamento é quase uma aventura...
03 fevereiro 2011
28 janeiro 2011
Sem título
Michelangelo, Capela Sistina, detalhe
Sou uma pessoa que convive bem com a idade. Sem qualquer problema em admitir a passagem dos anos e já cá vão cinquenta e três, a minha cabeça é arejada e o meu espírito livre e descomplexo. Entre os meus amigos (amigos de verdade, não conhecidos), contam-se pessoas da minha idade e alguns uma e duas décadas abaixo e outros uma ou duas décadas acima. O que me interessa é o que as pessoas valem e não o que o Bilhete de Identidade (ou cartão de cidadão) regista. Gosto de U2, de Bruce Springsteen e de Nina Simone, mas também gosto de Coldplay, Arcade Fire e Pearl Jam entre outros. Adoro Matisse mas perco-me com Warhol. Entendo que nós somos o que queremos e não o que supostamente a idade nos dita, que devemos ser. No entanto, há uma coisa que me assusta. O envelhecimento poder trazer doenças irreversíveis, entre elas as demências. Perder o sentido das coisas. Ganhar paranóias. Perder a orientação, deixar de saber quem somos. Aí só nos resta confiar que teremos alguém a dar-nos a mão. Alguém que nos ame incondicionalmente e que por nós seja capaz de, muitas vezes, deixar a sua vida de lado. Num mundo perfeito seria assim que aconteceria. Infelizmente, constato no dia-a-dia, que não vivemos num mundo perfeito…
27 janeiro 2011
Dia da memória do Holocausto
Foto daqui
A libertação do campo de concentração de Auschwitz – Birkenau, deu-se a 27 de Janeiro de 1945. O dia ficou como o Dia da Memória das vítimas do holocausto, para que o genocídio não seja esquecido. Judeus, negros, comunistas, ciganos, homossexuais e todos os que fossem considerados inferiores na raça e na crença, estavam na calha para o extermínio. Porque hoje, há quem queira branquear a história, é cada vez mais importante lembrá-la. Para que não se repita!
25 janeiro 2011
Assim, eu gosto!
É quase noite quando o Escritor se vai. Pela janela aberta entra um calor húmido, sufocante. Sebastião sente um aperto no estômago. Cá está ela, a angústia, nervoso miudinho, presságio. De quê é o que ele não sabe. Talvez o cair da noite, a distância, o desconhecido, o ruído dos últimos helicópteros que regressam do Norte. Lá vem mais um, traz o sinal vermelho, quem sabe se feridos, quem sabe se mortos.
Sebastião fecha a janela. Mas o cheiro já está no quarto, nas mãos, na pele, dentro dele. Não é suor, é aquele cheiro que vem do Norte, cheiro de mato e medo, cheira da guerra. In “Jornada de Africa” de Manuel Alegre.
É assim que eu gosto dele, a escrever. Livro do mês lá na Comunidade
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