15 janeiro 2016

Cenários de Inverno (4)

(Este já foi ... no brunch do passado Domingo)

Chocolate quente, marrons glacés e biscoitos de gengibre. São sabores que adoro no Inverno e aos quais volto com frequência. Assim que o frio se vai, esqueço-os de imediato e só me voltam a apetecer no Inverno seguinte. Manias, a cada um as suas...

12 janeiro 2016

Coisas que lemos por aí *




“Se em vez de lhe ter receitado antidepressivos o seu médico lhe tivesse recomendado a leitura de O Principezinho, talvez os resultados do tratamento tivessem sido mais eficazes. Uma terapia virtuosa”

Estou tentada a concordar. Passo muitas vezes os olhos por este livro e nunca deixa de me surpreender…


* De João Galvão, no jornal Dica de 14Jan2016

10 janeiro 2016

Brunch at Chafariz d'El Rey

Primeiro pequeno prazer do ano! Com um grupo de amigas, fomos à descoberta do brunch no Palacete Chafariz d'El Rey. Ambiente romântico e acolhedor. Uma salinha só para nós, enorme gentileza do empregado que ficou connosco (obrigada Tiago!), comida deliciosa e companhia do melhor. Falámos, rimos e abordámos projectos para outros programas.  Três horas inspiradoras e a repetir noutras ocasiões...

09 janeiro 2016

Cenários de Inverno (3)

(A chuva na Serra de Sintra-1 Janeiro)

Uma pessoa olha para o céu e vê o sol a romper as nuvens e o vento a afastar as ditas. Uma pessoa fica contente e estende a roupa na corda. Uma pessoa estende a última peça e vira costas para a cozinha. Passa não mais do que um minuto e começa a chover. Conclusão: cenários de inverno não são só poesia!

08 janeiro 2016

Dos livros que nos passam pelas mãos


O que podemos possuir?*

“…O conceito de dinheiro escapa-me. Quando era criança, nunca senti que houvesse diferença real entre as notas do meu Monopólio e as que saíam da carteira da minha mãe, excepto num sentido convencional: umas eram usadas nos jogos que jogava com os meus amigos; as outras, nos jogos de cartas dos meus pais à noite. A artista Georgine Hu desenhava “notas bancárias”, como lhes chamava, em papel higiénico e usava-as para pagar as consultas de psiquiatria…”. 
As palavras são de Alberto Manguel. Tinha ouvido falar dele aquando de uma sessão de leitura de “Ficções” do Jorge Luís Borges, na minha comunidade leitores. O então jovem Manguel, lia para Borges, quando este estava quase cego. Hoje passou-me pelas mãos o seu livro “Uma História da Curiosidade” e esta entrada num dos capítulos fez-me sorrir e abriu-me o apetite para voltar ao livro. A adquirir logo que oportuno. Gosto, quando dou de caras com um livro que me anima.

* Capítulo 13 de “Uma História da Curiosidade” de Alberto Manguel

07 janeiro 2016

Caramba, só hoje descobri este homem!




Cornerstone by Benjamin Clementine

I am alone in a box of stone
When all is said and done
As the wind blows to the east from the west
Unto this bed, my tears have their solemn rest

I am lonely, alone in a box of stone
They claim they loved me but they all lying
I am lonely alone in a box of my own
And this is the place, I now belong

It’s my home, home, home, home home home home home 

It wasn’t easy getting used to this
I use to scream
It’s not true, that its only when the door is locked
That nobody enters
Cuz mine has been open till your demise
But none had come, well who am I
What have I done wrong?

I’ve been lonely, alone in a box of my stone
They claim to be near me but they were all lying, its not true
I’ve been lonely, alone in a box of my stone
This is the place I know I now belong

It’s my home, home, home, home home home home home 

Friends, I have met
Lovers have slept and wept
Promises to stay had never been kept
This bare truth of which most won’t share
I hope you share, I hope you share

Cuz I have been lonely
Alone in a box of my own
They claim to love me and be near me
But they are all lying
I have been lonely, alone in a box of my stone
And this is the place I now know I belong

Its my home, home, home, home home home home home

Para os Braços da Minha Mãe