07 janeiro 2016

Caramba, só hoje descobri este homem!




Cornerstone by Benjamin Clementine

I am alone in a box of stone
When all is said and done
As the wind blows to the east from the west
Unto this bed, my tears have their solemn rest

I am lonely, alone in a box of stone
They claim they loved me but they all lying
I am lonely alone in a box of my own
And this is the place, I now belong

It’s my home, home, home, home home home home home 

It wasn’t easy getting used to this
I use to scream
It’s not true, that its only when the door is locked
That nobody enters
Cuz mine has been open till your demise
But none had come, well who am I
What have I done wrong?

I’ve been lonely, alone in a box of my stone
They claim to be near me but they were all lying, its not true
I’ve been lonely, alone in a box of my stone
This is the place I know I now belong

It’s my home, home, home, home home home home home 

Friends, I have met
Lovers have slept and wept
Promises to stay had never been kept
This bare truth of which most won’t share
I hope you share, I hope you share

Cuz I have been lonely
Alone in a box of my own
They claim to love me and be near me
But they are all lying
I have been lonely, alone in a box of my stone
And this is the place I now know I belong

Its my home, home, home, home home home home home

06 janeiro 2016

Cenários de Inverno (2)

Manhã de Inverno


Coroada de névoas, surge a aurora 
Por detrás das montanhas do oriente; 
Vê-se um resto de sono e de preguiça, 
Nos olhos da fantástica indolente. 

Névoas enchem de um lado e de outro os morros 
Tristes como sinceras sepulturas, 
Essas que têm por simples ornamento 
Puras capelas, lágrimas mais puras. 

A custo rompe o sol; a custo invade 
O espaço todo branco; e a luz brilhante 
Fulge através do espesso nevoeiro, 
Como através de um véu fulge o diamante. 

Vento frio, mas brando, agita as folhas 
Das laranjeiras úmidas da chuva; 
Erma de flores, curva a planta o colo, 
E o chão recebe o pranto da viúva. 

Gelo não cobre o dorso das montanhas, 
Nem enche as folhas trêmulas a neve; 
Galhardo moço, o inverno deste clima 
Na verde palma a sua história escreve. 

Pouco a pouco, dissipam-se no espaço 
As névoas da manhã; já pelos montes 
Vão subindo as que encheram todo o vale; 
Já se vão descobrindo os horizontes. 

Sobe de todo o pano; eis aparece 
Da natureza o esplêndido cenário; 
Tudo ali preparou co’os sábios olhos 
A suprema ciência do empresário. 

Canta a orquestra dos pássaros no mato 
A sinfonia alpestre, — a voz serena 
Acordo os ecos tímidos do vale; 
E a divina comédia invade a cena. 

Machado de Assis

05 janeiro 2016

Cenários de Inverno (1)

Chove lá fora e faz sol ao mesmo tempo. A paisagem fica lavada com a chuva e também com as cores mais brilhantes por conta do sol. Gosto tanto!

04 janeiro 2016

Nada mudou, apenas o ano no calendário

Regresso ao trabalho depois de uns dias de férias. Com o novo ano e como habitualmente, venho cheia de boas intenções de enfrentar tudo cheia de energia, com um sorriso, espírito totalmente zen, sem stress e ... esqueçam lá isso já estou back to normal as usual!  Decididamente, na minha vida não há rotinas...

03 janeiro 2016

Mood of the day...

Damien Rice - The Blower's Daughter

Há músicas assim, que nos fazem sentir bem. Ouvem-se sempre com um prazer imenso. Gosto muito da voz, da melodia, das palavras...

02 janeiro 2016

Dar a volta à vida

Agarrar nos mecanismos ao nosso alcance e dar-lhes corda. Colocar a engrenagem a funcionar, olear as juntas, juntar uma boa dose de optimismo e vamos lá porque a vida não espera...

01 janeiro 2016

Vá lá 2016, sê gentil, sim?

E traz umas coisinhas positivas pelo caminho, pode ser ? Obrigadinha ...

Hoje começámos assim. Tradição de um grupo de amigos nos últimos anos. Acampamento de uma tarde na Serra de Sintra, com a bruma habitual do mês de Janeiro. Amizade, gargalhadas, chuva na cara, cantigas, esconjuros, gaita de foles, boa comida e uma sensação de bem estar, que não tem preço...

       

Para os Braços da Minha Mãe