...foi a palavra que me ocorreu quando tirei estas fotos, há cerca de 2 semanas numa caminhada na Serra de Sintra. As flores cresciam isoladas de companhia e a tentar vencer a timidez de uma Primavera que teima em andar arredada destas paragens. Lindas e cheias de personalidade, sem dúvida!
26 abril 2014
Ainda em tempo, aliás ... sempre em tempo
Ontem: 40 anos de 25 de Abril
Zeca Afonso - Grândola, Vila Morena
- Grândola, vila morena
- Terra da fraternidade
- O povo é quem mais ordena
- Dentro de ti, ó cidade
- Dentro de ti, ó cidade
- O povo é quem mais ordena
- Terra da fraternidade
- Grândola, vila morena
- Em cada esquina um amigo
- Em cada rosto igualdade
- Grândola, vila morena
- Terra da fraternidade
- Terra da fraternidade
- Grândola, vila morena
- Em cada rosto igualdade
- O povo é quem mais ordena
- À sombra duma azinheira
- Que já não sabia a idade
- Jurei ter por companheira
- Grândola a tua vontade
- Grândola a tua vontade
- Jurei ter por companheira
- À sombra duma azinheira
- Que já não sabia a idade
01 abril 2014
Das coisas de sempre
Comprei ontem. Acho que é o meu creme de mãos preferido, embora nem sempre seja fácil encontrá-lo. Aparece de vez em quando num ou outro hipermercado ou então naquelas lojas giras de produtos portugueses em que tudo é caro, muito caro. Ah sim e também é verdade que já se compra online. Gosto de tudo, da maciez, da textura, do tubo, da embalagem... e não, este não é um post publicitário, é só um devaneio mais pessoal ...
30 março 2014
Em curso ...
Acabadinho de chegar cá a casa. Estou muito curiosa sobre este livro editado em 1975, em holandês e na Holanda e só agora finalmente editado em língua portuguesa.
Tenho o costume de, depois de ler o prólogo, abrir o livro ao acaso e aqui, logo no final da pág. 44 encontro o meu Alentejo "... Do Tejo para sul, mais de metade da superfície do país, é quase tudo planura. O Alentejo contrasta como norte, na medida em que nele o latifúndio é a regra geral e não a excepção. Os grandes proprietários possuem dezenas e dezenas de milhares de hectares e a terra alentejana conhece os extremos da riqueza e da miséria. Um vasto proletariado rural depende de uma mão cheia de famílias que, diga-se sem exagero, se comportavam, até à mudança do regime político em Abril de 1974, de maneira feudal..."
Voltemos então ao capítulo 1 "A história a cores" ...
"Portugal, a Flor e a Foice", de J. Rentes de Carvalho
29 março 2014
Das boas memórias
Les Marins d'Iroise - Santiano
C'est un fameux trois-mâts fin comme un oiseau
Hissez haut Santiano
Dix-huit noeuds quatre cents tonneaux
Je suis fier d'y être matelot
Tiens bon la vague et tiens bon le vent
Hissez haut Santiano
Si Dieu veut toujours droit devant
Nous irons jusqu'à San Francisco
Je pars pour de longs mois en laissant Margot
Hissez haut Santiano
D'y penser j'avais le coeur gros
En doublant les feux de Saint-Malo
Tiens bon la vague et tiens bon le vent
Hissez haut Santiano
Si Dieu veut toujours droit devant
Nous irons jusqu'à San Francisco
On prétend que là-bas l'argent coule à flot
Hissez haut Santiano
On trouve l'or au fond des ruisseaux
J'en ramènerai plusieurs lingots
Tiens bon la vague et tiens bon le vent
Hissez haut Santiano
Si Dieu veut toujours droit devant
Nous irons jusqu'à San Francisco
Un jour je reviendrai chargé de cadeaux
Hissez haut Santiano
Au pays j'irai voir Margot
A son doigt je passerai l'anneau
Tiens bon le cap et tiens bon le flot
Hissez haut Santiano
Sur la mer qui fait le gros dos
Nous irons jusqu'à San Francisco
26 março 2014
Directamente do Baú
No passado Sábado estive num encontro de
leitores de BD e quando dei por mim estava a relatar as minhas primeiras
leituras aos quadradinhos, sendo uma delas a imparável Mamselle X. A
acção decorria durante a 2ª guerra mundial e a ocupação francesa, pelos
alemães. A Mamselle X era uma morena resistente francesa que para os alemães
não passava de uma actriz e cantora loira (Avril Claire). Dessa forma acabava
por conseguir informações importantes que utilizava na sua luta diária pela
resistência. Na altura andava pelos 12 anos e a Mamselle X foi a minha primeira
grande heroína da segunda guerra.
21 março 2014
Dos sonhos e da poesia
Foto minha, ontem, no Jamor
Pelo Sonho é que vamos,
comovidos e mudos.
Chegamos? Não chegamos?
Haja ou não haja frutos,
pelo Sonho é que vamos.
Basta a fé no que temos.
Basta a esperança naquilo
que talvez não teremos.
Basta que a alma demos,
com a mesma alegria,
ao que desconhecemos
e ao que é do dia-a-dia.
Chegamos? Não chegamos?
- Partimos. Vamos. Somos.
Sebastião da Gama
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