12 fevereiro 2013

Fruto-adicted ou um post vitamínico

 A minha fruteira, hoje... 

Gosto de fruta. Muito! Regra geral opto sempre pela fruta da época e prefiro a nacional. Sou doida por laranjas e nesta altura do ano como uma por dia. Tangerinas e clementinas são um "ver se te avias". A pêra rocha quando está madurinha tira-me completamente do sério. E as uvas? E aquelas que já não têm grainhas? Ui! Os pêssegos e as nectarinas deixam-me a babar, literalmente! E as cerejas? Ai as cerejas! Falta muito para a época delas? Resumindo sou fruto-adicted. De vez em quando faço uma incursão por umas frutas mais exóticas. E é a esse propósito que vem este post. Há cerca de duas semanas fui jantar a casa de uma amiga que incluiu na sobremesa anonas. Pois que foi uma primeira vez para mim, nunca tinha comido. E não é que foi paixão à primeira dentada? Mas que coisa deliciosa, nem sei muito bem como descrever a textura, os dentes enterram-se naquela polpa que parece ter micro-grãos açucarados de sabor algures entre a baunilha e a amêndoa, nem sei bem, provem e logo me dizem. Claro que depois desse dia lá vêm uma ou duas anonas incluídas na fruta semanal!

07 fevereiro 2013

Vamos ao teatro?


 
Ando tão ocupada mas tão ocupada com o trabalho que este espaço tem ficado às moscas. Qualquer dia desaba por falta de manutenção!
Vamos lá arejar com uma sugestão para o teatro. A Direcção da peça é da Sofia Cabrita, uma menina muito fantástica, filha da minha amiga Amélia.
Só está em cartaz até Domingo e eu lá estarei nesse dia.
Mais informações aqui.

17 janeiro 2013

José Afonso - Os Vampiros (ao vivo no Coliseu)



Continua na ordem do dia e cada vez a fazer mais sentido!

Novos desafios


Foto minha, Berlenga, Ago 2010
 
De vez em quando na nossa vida, surgem alterações mais ou menos inesperadas que dependendo da forma como as encaramos poderão transformar-se ou não, em novos desafios. Aquilo que à partida pode parecer perturbador da nossa rotina e da vida tranquila que levamos, se for encarado com algum tacto, muita energia e eficácia, terá certamente resultados positivos, totalmente contrários aos nossos eventuais receios iniciais. Está a acontecer-me neste momento. E gosto deste entusiasmo que me invade, dos reptos que me lançam, dos novos métodos que se me deparam, das pessoas que chegam. Um desafio é sempre bem vindo. Estou na luta…
 
(PS – e não, não me refiro à nova carga fiscal, que me está a enlouquecer a mim e a muitos milhões de portugueses. Esse é outro desafio, perceber onde é que vou cortar para compensar o roubo dos Srs Passos e Gaspar!!! E eu ainda posso cortar. E quem já não pode?)

11 janeiro 2013

Nota sem importância, a não ser para mim


Foto minha, Praia da Ursa, junto ao Cabo da Roca

Gosto do Inverno e quem me conhece sabe disso. Gosto deste adormecer da natureza para depois tudo rejuvenescer num crescendo de esperança. Apenas me aborrece o facto de os dias serem muito curtos em termos de luz solar. Por outro lado é exactamente a 22 de Dezembro, quando o Inverno começa que os dias começam a “crescer”. E ontem às seis da tarde quando saí do serviço, percebi que isso já é visível. Ainda não era noite cerrada e, olhando o horizonte, havia ainda uma réstia de luz de dia, o que não acontecia nas últimas semanas. Deixou-me uma sensação de bem estar…

10 janeiro 2013

Também queremos


Foto da minha amiga Zé, Museu da Electricidade e Estação Fluvial, vistos do nosso “cacilheiro”, quando regressávamos de uma sardinhada na Trafaria


Nunca fui a Talin, mas sempre nutri uma simpatia especial pela capital da Estónia. E apenas porque há muitos anos atrás conheci um casal daquela cidade, com quem privei durante algum tempo e que foram das pessoas mais gentis que conheci até hoje.
Agora vejo esta notícia no “Le Monde” et voilá que voltou a minha velha admiração pela cidade. Transportes públicos gratuitos. Nós estamos longe, muito longe…

09 janeiro 2013

Autocontrolo

Foto minha, jardim do Chalet da Condessa d'Edla em Sintra

A cada início de ano renovam-se as intenções de cada um de nós de, no mínimo, não repetir as atitudes mais desastrosas que tivemos no ano findo. Comigo pelo menos é assim. Não faço grandes planos nem aponto para resoluções extraordinárias, mas tento sempre não voltar a cair nos erros anteriores. Por conta disso já consegui melhorar alguns aspectos da minha personalidade que a mim própria me desagradam. Uma das coisas que tenho andado a tentar melhorar é o de ouvir sem interromper e só falar depois. Parece simples mas não é. E é defeito, eu sei. Pese embora a consciência do facto, quando dou por isso já estou a atalhar conversa e logo a seguir a pedir desculpa. E é tão desagradável. E sabem quando percebo isso? Quando estou a falar com alguém que também não ouve até ao fim. É enervante claro! E pronto é só isto. Hoje tive necessidade de o assumir publicamente. Quem sabe se não é terapêutico?

Para os Braços da Minha Mãe