E na sequência do post abaixo ... "Working on the highway", aqui numa fantástica versão ao vivo, em Roma!
10 janeiro 2012
Eu nem tinha percebido…
… mas afinal até tinha um desejo para este ano. Ir ao Rock
in Rio rever o Bruce Springsteen e a E Street Band, tal qual como há duas décadas no antigo Estádio de Alvalade. E bilhete já tenho! Por isso agora já sabem: daqui até lá e de vez em
quando, vai cair um clip do Boss aqui no Ametista. Afinal sou fã do homem desde os anos 70!
Working on the highway, no post seguinte
“…
I work for the county out on 95
All day I hold a red flag and watch the traffic
pass me by
In my head I keep a picture of a pretty little miss
Someday, mister, I'm gonna lead a better life than
this
Working on the highway, laying down the blacktop
Working on the highway, all day long I don't stop
Working on the highway, blasting through the
bedrock
Working on the highway, working on the highway…”
07 janeiro 2012
Insónias e Mezinhas
Foto minha, livro meu.
Esta noite não sei o que me deu. Uma insónia daquelas que há muito não aparecia. Tentei a contagem de carneiros mas não resultou, às tantas já eram tantos que não tinha mãos a medir com o rebanho. Depois tentei uns pensamentos zen de praias paradisíacas e paisagens verdejantes, mas quando dava por mim só vi as praias da linha durante o mês de Agosto. Levantei-me, voltei a deitar-me, li um bocado e nada. Adormeci de manhã, quando tinha que me levantar. Hoje pelo, sim pelo não, vai um chazinho calmante:
Chá de Alecrim
Segundo o livro de Mezinhas que a CR me deu, este é um dos chás mais eficazes para uma noite bem dormida. Põe-se um litro de água ao lume e, quando atingir o ponto de ebulição, adicionam-se 20 gramas de alecrim. Deixa-se ferver durante 10 minutos e côa-se. Toma-se uma chávena ao deitar.
Ora, com vossa licença, que vou ali abaixo apanhar umas folhas de alecrim...
01 janeiro 2012
Desejos? Nem por isso. Sonhos? Muitos...
Serra de Sintra - foto minha
Esta minha Amiga pergunta que desejos temos para 2012. Quando ia fazer um comentário, dei por mim a pensar que não tenho nenhum desejo em especial. Como toda a gente espero que o ano não seja tão mau como se prevê. Mas isso é o meu optimismo habitual a manifestar-se porque a realidade, também todos sabemos, vai ser mesmo dura. Na sexta-feira fui ao super-mercado e comecei a perceber que andava meio mundo com carrinhos cheios de compras e não eram os produtos habituais desta altura do ano, os bolos, os camarões, o champanhe ou outros que tais. Pelo contrário, eram produtos como azeite, batatas, óleos, conservas, açúcar e por aí. Comecei a pensar, mas isto é o quê? O fim do Mundo? Anda tudo louco com o fim do ano? Fiz as minhas compras normais e só à noite quando via um noticiário percebi o que estava a acontecer. Aquelas compras eram simplesmente um armazenamento para fugir ao aumento do IVA que se verifica a partir de hoje ou seja, uma pequena poupança, só para os primeiros dias do ano é claro, porque depois não há mesmo como fugir. E vai ser assim com aumento aqui, aumento ali, que todos vamos sentir a crueza dos números e da inflação, mesmo aqueles que, como eu, trabalhamos e temos um salário no final do mês. Esta é a realidade dos nossos dias. E talvez por isso não tenho desejos especiais para este ano tão neófito. Apenas tirar o melhor partido do que de bom acontecer e ser criativa para contornar o pior. Mas atenção, isto não significa não ter sonhos. Esses estão sempre cá e por vezes até se realizam. Nunca podemos perder a capacidade de sonhar...
31 dezembro 2011
Pois que venha...
Que nós cá estamos à sua espera!
Um dos quadros do meu Ricardo para, com a sua simplicidade, desejar a todos um bom 2012.
30 dezembro 2011
Eu Não Sei Quem Te Perdeu
Hoje foi dia de faxina. Estoirada, sento-me no sofá para relaxar e apetece-me música. E foi esta que me apeteceu ouvir. Não é dono de uma voz fantástica, mas é um músico fabuloso. Grande Pedro Abrunhosa.
28 dezembro 2011
Em curso
“… Não, Custódia não costumava passear, às vezes punha-se à
janela mas só porque dava para o Tejo e não para a rua. Só então lhe parecia
estar muito longe de onde estava. Deixava que os seus olhos seguissem a
corrente daquele grande rio que desaguava no Atlântico, quase como se acabassem
lá dentro, em baixo, no profundo da água. Como era bela Lisboa vista da sua
janela. Embora nunca tivesse ido a mais lado nenhum, tinha a certeza de que
jamais veria coisa mais bela. A cidade descia, lenta, em direcção ao rio, e
ela, só de alongar a mão, parecia tocar naquela água tão azul. Por vezes, à
noite, sonhava com ela…” in Esteja eu onde estiver de Romana Petri.
E não é que me ofereceram um livro (de que estou a gostar
muito) em que uma das principais personagens se chama Custódia? Também é verdade que só tem um ponto
em comum comigo, a paixão por Lisboa…
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