16 dezembro 2011

A música perfeita

E de repente o dia fez-se noite e com  ela veio a chuva e um vento agreste. Olho através da janela e mal consigo ver a igreja iluminada. As árvores do jardim volteiam como numa dança insensata.  Está um tempo invernoso, a pedir aconchego. Apeteceu-me música e no momento da escolha é Sting quem me convence com este "If on a winter's night". Não o ouvia desde Dezembro do ano passado e pareceu-me a escolha perfeita para um fim de dia como o de hoje...
Em escuta aqui

11 dezembro 2011

Na volta do correio...


Foto minha, de hoje...


Hoje cá em casa foi dia de escrever postais. É um ritual que vem de há muitos anos e que hoje adquire um novo significado. Esquecer os tempos difíceis que nos tocam a todos e por momentos pensar positivo. Enviar palavras carinhosas e desejos verdadeiros a quem nós gostamos e que está longe. Longe só dos olhos, nunca do coração.

Simples, muito simples













Ora aqui está uma coisa com que eu sonhava há muito e que descobri ontem num jantar em casa de amigos. Vinagre em spray! É fantástico porque nos permite temperar as saladas na medida certa. Claro que hoje fui num salto ao hipermercado e já cá cantam dois sabores. Ou seja, coisas que nos simplificam a vida. Espreitem-nos aqui.

08 dezembro 2011

07 dezembro 2011

Em curso



Este é o livro do mês lá na minha Comunidade de Leitores. Inclui duas histórias, “O Natal do Sr. Scrooge” e ”Os sinos de Ano Novo”. A história do avarento Ebenezer Scrooge é conhecida de todos, pois já se fizeram mil e uma versões cinematográficas do enredo. Mas quando se lê é diferente. Há toda uma riqueza de detalhes na descrição dos personagens, dos ambientes e das paisagens que nos prendem da primeira à última frase. O segundo conto que não conhecia é sobre Toby Veck, um homem pobre mas de coração grande, completamente diferente de Ebenezer. Dickens apresenta-nos em ambas os contos, um universo vitoriano de grandes contrastes, realçando as injustiças sociais, mas sempre com um certo encantamento. Estou a gostar bastante.

06 dezembro 2011

Pessoas



Gonçalo Ribeiro Telles

Há muito que admiro este senhor. Pelo seu trabalho, a sua postura, as ideias arrojadas e visionárias. Pela sua defesa das hortas. Diz ele que “… é preciso tirar o maior partido possível das áreas que têm possibilidade de criar alimento…” 
Foi hoje homenageado numa cerimónia que decorreu na Fundação Calouste Gulbenkian.

Doce pecado!