Só retenho que são sempre os mesmos a suportar os custos da crise. E não se pode exterminá-los … ? Ou suicídio colectivo ... sei lá ?
14 outubro 2011
13 outubro 2011
12 outubro 2011
Eu nunca tinha lido Shakespeare …
Parece estranho, mas é verdade!
Vi muitas peças de teatro, vi filmes das suas obras. Chorei com a Julieta, ri até mais não com “Much Ado About Nothing” e emocionei-me com o Rei Lear… mas nunca tinha lido de verdade … livro na mão e atenção redobrada.
Vi muitas peças de teatro, vi filmes das suas obras. Chorei com a Julieta, ri até mais não com “Much Ado About Nothing” e emocionei-me com o Rei Lear… mas nunca tinha lido de verdade … livro na mão e atenção redobrada.
Agora temos por aqui o Hamlet durante o mês de Outubro e eu estou a sentir-me como parte integrante de uma trupe na preparação de uma peça … e a gostar… muito!
11 outubro 2011
Massa de bolo
Há quem não tenha dúvidas! O melhor de fazer bolos é rapar a taça da massa no final da confecção ...
11 julho 2011
Cravos, flautas, violinos e muito mais…
Fotos da minha amiga Amélia
Sábado à noite na lindíssima cisterna do Forte de S. Julião da Barra houve música de câmara. Até nós chegaram os concertos para cravo, flauta e orquestra de Johann Sebastian Bach. O espectáculo gratuito, integrado no ciclo “IV Temporada de Música Antiga, Conde de Oeiras”, transportou-nos por alguns momentos a uma corte palaciana do Séc. XVIII. Não sei se a execução dos jovens músicos foi perfeita pois o meu conhecimento técnico é nulo, mas os meus sentidos, esses, ficaram em estado de graça. A beleza do espaço, a perfeição das peças musicais, a nobreza dos instrumentos e a harmonia dos executantes, fizeram com que aquela hora e meia voasse. Momentos únicos que nos fazem sentir felizes!
08 julho 2011
O carteiro toca sempre duas vezes!
Confirmo.
O carteiro da minha rua é jovem na idade, pois não aparenta mais de 30 anos, mas é um carteiro à moda antiga. Se tem correio registado para entregar e não o atendem à primeira (nas habitações onde sabe que costuma estar alguém naquela hora), continua a sua volta e depois regressa numa segunda passagem. Já quando sabe que nas casas existem pessoas idosas que demoram a levantar-se da cadeira para abrir a porta, depois de tocar uma primeira vez, aguarda alguns minutos e volta a tocar de novo até que o atendem. Identifica-se de forma clara e pausada e é gentil com elas, trocando dois dedos de conversa. Nunca se incomoda se nos cruzamos à porta e lhe perguntamos se há correio para nós. Interrompe a sequência da distribuição e sempre bem-disposto procura o nosso andar. Sei que se chama Paulo, traz sempre um sorriso no rosto e parece ser uma pessoa de bem com a vida…
07 julho 2011
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