16 maio 2010

E para passar a noite...








Fotos minhas, Douro, Maio 2010
A lindíssima Quinta da Ermida, com o seu charme contagiante, estende-se pela encosta até ao Douro vinhateiro.
O interior com um ambiente de época muito acolhedor e os jardins frondosos, sempre a acompanhar o rio, convidam à contemplação e à leitura…

Detalhes de uma viagem






Fotos minhas, Douro, Maio 2010

O charme de um fogão antigo e o alinhamento simétrico do vinho de Tormes, na cozinha da Fundação EQ.
Uma bela fonte e um recanto belle époque na entrada da Quinta da Ermida.
Na Casa de Camilo encontrámos as cartolas do escritor, um lindíssimo relógio, que aparece descrito num dos seus romances e …. a privada.

Por trás de portas e janelas






Fotos minhas, Douro, Maio 2010

Na Fundação de Eça de Queirós e na Quinta da Ermida, a paisagem espreitava verde e linda, através dos vidros das janelas e das portas entreabertas…

O caminho de Jacinto






Fotos minhas, Maio 2010

Escreve Eça em “A cidade e as serras”
“… Frescos ramos roçavam os nossos ombros com familiaridade e carinho. Por trás das sebes carregadas de amoras, as macieiras estendidas ofereciam as suas maçãs verdes, porque as não tinham maduras. Todos os vidros de uma casa velha com a sua cruz no topo refulgiram hospitaleiramente quando nós passámos. Muito tempo um melro nos seguiu, de azinheiro a olmo, assobiando os nossos louvores …”

Pois foi assim que nos sentimos quando descemos a Serra (ao contrário de Jacinto e Zé Fernandes que subiram), desde a Fundação até à linda estação de Tormes/Aregos, numa caminhada de duas horas, sempre com a paisagem deslumbrante como pano de fundo...

10 maio 2010

Pirilampo Mágico


Ele voltou! Meigo e solidário como sempre, conta com o carinho habitual. Agarrem-no antes que desapareça…

06 maio 2010

Alea jacta est!

Zé Fernandes, vou partir para Tormes.
Assim declara Jacinto, no capítulo oitavo de “A cidade e as serras” de Eça. A partir daí fica para trás o bulício e a modernidade de Paris e mergulhamos na ruralidade encantadora da paisagem serrana.
Tormes aí vamos nós

05 maio 2010

Nova poesia

A sensibilidade, a leveza e as sensações da poesia de um dos meus companheiros na Comunidade de Leitores da Biblioteca de SDR. A apresentação do livro foi no Domingo, com bons oradores, música e encenação à mistura. Gostei bastante. Aqui o blog do Carlos Amaral.

Saudade