Há umas semanas que uma amiga me tinha emprestado o “Vale Abraão”. Estava aqui na mesa da sala à espera do momento oportuno. Hoje, nesta tarde de férias, chuvosa e pouco apetecível para andar na rua, deixei-me levar pela história de Ema, das suas ilusões e desamores. As lindíssimas paisagens do Douro e o leque de personagens fortes imaginadas por Agustina foram recriadas por Manuel de Oliveira de forma atraente e sensível. E depois há aquela vivência de aldeia, prisioneira de vícios beatos mesquinhos, sempre crítica e mal dizente. Gostei!
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1 comentário:
De passagem para te desejar um óptimo 2001.
Talvez não consigas alcançar todos os teus objectivos; mas vai, certamente, valer o esforço...
Beijos e sorrisos!
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